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Microflorestas em Belém

Em parceria com a Prefeitura de Belém e o paisagista Ricardo Cardim, plantamos uma microfloresta urbana com mil mudas de 35 espécies nativas. O projeto faz parte da metodologia “Floresta de Bolso”, que já regenerou espaços urbanos em cidades como São Paulo, Rio, Recife e agora chega à Amazônia, como símbolo da conexão entre natureza e cidade.

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Cri.Ativos da Favela em Belém

Por meio do Instituto HEINEKEN, em parceria com a CUFA e a Favela Filmes, o Cri.Ativos da Favela chega a Belém para formar 50 jovens em audiovisual e inteligência artificial. Esses jovens irão produzir conteúdos sobre a COP30 sob o olhar das favelas, tornando-se parte da comunicação da maior conferência climática. Desde 2023, o programa já beneficiou mais de 200 jovens em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia – e agora expande atuação para a Amazônia com o mesmo propósito: ampliar a voz e protagonismo das juventudes das favelas do Brasil.

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Casa Dourada Belém

Por meio do Instituto HEINEKEN, estamos patrocinando a revitalização da Casa Dourada em parceria com o Instituto Psica. O local será o novo Centro Cultural e de inovação climática localizada no Marco Zero em Belém com capacidade para receber mais de 1200 pessoas por dia e um público estimado de mais de 5 mil visitantes durante a conferência. A Casa Dourada será um símbolo da cultura e da criatividade amazônica, funcionando como um QG para os jovens Cri.Ativos da Favela e palco para diálogos sobre arte, diversidade e justiça climática.

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Fundação Amazônia Sustentável

Também firmamos um apoio à Fundação Amazônia Sustentável (FAS), com um aporte de R$ 1 milhão via Lei Rouanet no projeto Banzeiro da Esperança: um barco que percorrerá comunidades ribeirinhas e indígenas, levando as vozes da floresta até a COP30. Ao longo da viagem, o projeto promoverá oficinas e encontros para ouvir moradores locais, discutir os impactos das mudanças climáticas e construir propostas que serão levadas ao debate global em Belém.

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Circularidade

A Heineken está apoiando iniciativas que promovem a circularidade no estado, e por meio de
parcerias, viabilizando a criação de um Hub de Reciclagem em Belém, a aceleração de uma cooperativa
em Benevides (ReciclaBen), cidade onde temos uma planta e o desenvolvimento de mais uma
cooperativa em Ananindeua.

Por que estamos na COP30

A realização da COP30 no Brasil representa um momento decisivo para o debate climático global e para o papel do setor privado na transição para uma economia de baixo carbono. Nós acreditamos que o encontro é um espaço para compartilhar práticas escaláveis e inspirar ações que unem desenvolvimento econômico e regeneração ambiental.

Nossa presença em Belém reflete a maturidade de uma agenda que vem sendo construída com consistência nos últimos anos e baseada em resultados que surgem a partir da colaboração com outras empresas.

Estamos investindo R$ 11 milhões em legados sociais, ambientais e culturais conectados ao Estado
para reforçar o nosso compromisso de fazer a roda dos negócios girar em um sentido que gere impacto
de ponta a ponta.

Em grande parte, essas iniciativas estão ancoradas em HEINEKEN Spin, nosso ecossistema de negócios
de impacto que atua em frentes complementares para solucionar desafios de nossa operação: energia
renovável, agricultura regenerativa, circularidade e marcas de impacto.

A presença do Grupo HEINEKEN na COP30 representa a materialização de uma estratégia que alia negócios de impacto, sustentabilidade e legado. Em resposta ao chamado para que o setor privado participe ativamente do mutirão de soluções climáticas, chegaremos à conferência com um conjunto de iniciativas que reforçam nosso compromisso com a regeneração ambiental, a inclusão social e o desenvolvimento local.

Nossa narrativa para as entrevistas sintetiza o que levaremos à COP30: projetos, parcerias e histórias que mostram como transformamos desafios em impacto.